Incêndio em Arouca com quatro frentes ativas leva a medidas de segurança em aldeias
18/08/2026O incêndio que deflagrou na noite de segunda-feira no concelho de Arouca, no distrito de Aveiro, mantinha esta terça-feira de manhã quatro frentes ativas, obrigando à adoção de medidas preventivas de segurança junto de algumas populações.
Segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), estavam a ser dadas indicações de proteção às populações de Bouceguedim, Aldeia do Cando e à zona junto ao rio Frades, existindo também algumas ações de proteção de habitações.
O fogo teve início pelas 21h50 de segunda-feira, nas zonas de Cabreiros e Albergaria da Serra. Às 08h50 desta terça-feira, o combate envolvia 226 operacionais, apoiados por 67 meios terrestres e dois meios aéreos.
A situação em Arouca era considerada a mais preocupante entre os principais incêndios que permaneciam ativos no Norte do país, estando previstos reforços de meios terrestres e aéreos e uma nova avaliação da evolução do fogo.
Em Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança, o incêndio que começou em Cabeça Gorda há mais de 61 horas mantinha uma frente com média atividade. Não havia, contudo, populações em risco nem registo de feridos. O combate mobilizava 442 operacionais, apoiados por 147 veículos e um meio aéreo.
Também em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo, o incêndio iniciado no domingo, na Senhora da Rocha, mantinha duas frentes ativas. Estavam mobilizados 228 operacionais, 77 viaturas e dois meios aéreos.
No distrito do Porto, o fogo que deflagrou na tarde de segunda-feira em Rebordões, no concelho de Santo Tirso, tinha igualmente duas frentes ativas, mobilizando 196 operacionais, 56 viaturas e cinco meios aéreos.
De acordo com a Proteção Civil, os incêndios de Torre de Moncorvo, Ponte de Lima e Santo Tirso apresentavam uma evolução favorável. Durante a madrugada, entraram ainda em resolução os incêndios que tinham deflagrado na segunda-feira nos concelhos de Valongo e Lamego.
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