Abatimento na Rua Alão de Morais obriga a corte de trânsito em São João da Madeira

Abatimento na Rua Alão de Morais obriga a corte de trânsito em São João da Madeira

14/02/2026 0 Por Angelo Manuel Monteiro

A Rua Alão de Morais, junto à sede dos Bombeiros Voluntários de São João da Madeira, registou um abatimento do piso na noite de quinta-feira, na sequência do mau tempo, levando ao corte de uma faixa de trânsito nessa artéria, informou esta sexta-feira a Câmara Municipal de São João da Madeira.

Localizada no centro da São João da Madeira, a via funciona como uma das principais ligações entre a freguesia de Arrifana, no concelho vizinho de Santa Maria da Feira, e vários equipamentos públicos, como a PSP e o Centro de Emprego de São João da Madeira.

“Por motivos de segurança, encontra-se encerrada ao trânsito a Rua Alão de Morais junto à sede dos Bombeiros, no sentido sul–norte. O piso da via sofreu um abatimento, tudo apontando para que a situação esteja relacionada com as condições atmosféricas adversas que se têm feito sentir”, referiu a autarquia em comunicado.

Apesar da ocorrência, a situação não afetou o socorro prestado pela corporação local de bombeiros, uma vez que naquele local funciona apenas a sede administrativa da associação humanitária. O quartel operacional está instalado noutro extremo da cidade, na zona industrial das Travessas.

Com vista à resolução do problema, a Câmara Municipal adiantou que “os serviços municipais competentes estão a intervir no local”, apelando entretanto à compreensão dos automobilistas que habitualmente circulam naquela zona.

Entretanto, e após a conclusão da primeira fase da obra, a autarquia anunciou nas redes sociais a reabertura da via ao trânsito.

O abatimento ocorreu num contexto de forte instabilidade meteorológica em Portugal continental. A passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta provocou a morte de 16 pessoas, além de centenas de feridos e desalojados. O mau tempo tem causado inundações, cheias e a destruição total ou parcial de habitações, empresas e equipamentos públicos.

A queda de árvores e estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, bem como cortes de eletricidade, água e telecomunicações, são outras das consequências registadas. As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo têm sido as mais afetadas, levando o Governo a prolongar a situação de calamidade até domingo em 68 concelhos.

Foto: CM São João da Madeira